Líder social diz que decisão representa uma mudança de postura e defende voto no candidato no Maranhão
O líder social Rodrigo, conhecido como Rodrigo Sacavém, foi entrevistado pelo Portal no pátio da Câmara Municipal de São Luís e falou sobre sua decisão de pedir votos para Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições.
Segundo Rodrigo, a decisão está relacionada à necessidade de mudança na política de São Luís e do Maranhão. Ele afirma estar consciente do papel que exerce na comunidade e defende a participação de jovens na construção de um novo projeto político.
«“A gente quer jovens como eu pelo Maranhão. Temos que voltar diferente. E eu volto 22.”»
Questionado pelo Portal sobre a mudança de postura em relação aos candidatos e sobre os motivos que o levaram a escolher Flávio Bolsonaro, Rodrigo afirmou que a posição adotada na capital maranhense representa, segundo ele, uma característica histórica da população da Ilha.
«“Essa questão da posição aqui em São Luís não é histórica. A nossa Ilha é rebelde. Vai haver algumas diferenças, vai ter mudança, porque a Ilha é rebelde. Então, a rebeldia da Ilha vai votar com 22, Flávio Bolsonaro.”»
Rodrigo também afirmou que pretende atuar no segundo turno para ampliar a votação do candidato.
«“Vamos trabalhar direitinho no segundo turno para alcançar mais votos para Flávio.”»
Sobre os relatos de pressão e de suposto “terrorismo” político contra eleitores de Flávio Bolsonaro em São Luís, Rodrigo disse acreditar que a população está livre para escolher seu candidato.
«“Voto é livre e secreto. Essa questão de terrorismo dentro da Ilha não se sente e não está pressionando os moradores, pois todos já sabem em quem vão votar.”»
O líder comunitário afirmou ainda que o trabalho realizado no Sacavém busca conscientizar os moradores sobre a escolha eleitoral.
«“Eu, assim como os moradores do Sacavém, estamos fazendo um trabalho sério e consciente. A gente precisa consertar o país com o 22.”»
Rodrigo também defendeu o respeito aos eleitores que optarem por outros candidatos.
«“Não vamos tirar nada de ninguém, nem de quem pensa o contrário. Cada um já tem sua opinião formada e vota, de fato, em quem acredita. Isso acontece na cidade, no Estado e no Brasil.”»
Ao final, Rodrigo reafirmou sua posição e disse acreditar que a escolha de Flávio Bolsonaro representa, em sua avaliação, uma alternativa para o país.
«“Eu acredito que, para o Brasil melhorar e continuar avançando, nós devemos votar 22.”»
Por: Mauro Garcia — DRT:1279











