Durante a sessão plenária do Pequeno Expediente da Câmara Municipal de São Luís, realizada na manhã desta terça-feira (20) e presidida pela vereadora Professora Magnólia Dias (União Brasil), o vereador Dr. Joel Nunes (PSD) fez duras críticas à situação da saúde pública no Maranhão.
Em pronunciamento na tribuna, o parlamentar afirmou que tem recebido, nas últimas semanas, uma série de denúncias e mensagens relacionadas aos serviços de saúde oferecidos pelo Estado.
Segundo Dr. Joel Nunes, a situação estaria provocando aumento na procura pelos hospitais municipais, especialmente pelo Hospital da Cidade e pelos serviços de urgência e emergência mantidos pela Prefeitura de São Luís.
“É inadmissível o que está acontecendo no estado do Maranhão”, afirmou o vereador, ao cobrar providências do governador Carlos Brandão e da Secretaria de Estado da Saúde.
O parlamentar também citou problemas que, segundo ele, vêm sendo registrados em outras áreas da administração estadual, como os Restaurantes Populares, o programa Trabalho Jovem e obras que estariam paralisadas em municípios maranhenses.
Durante o discurso, Dr. Joel Nunes também mencionou uma nota divulgada pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas, Medicamentos, Perfumarias, Cosméticos e Artigos de Toucador do Estado do Maranhão (Sindamed).
De acordo com o vereador, a entidade alertou para atrasos de pagamentos às empresas fornecedoras de medicamentos e materiais destinados às unidades de saúde estaduais. Na avaliação apresentada pelo sindicato, os atrasos estariam dificultando a continuidade do fornecimento de medicamentos, materiais e produtos essenciais ao atendimento da população.
Entrevistado pela reportagem do Portal Primeira Hora Online, o vereador reforçou suas preocupações com a situação da saúde pública no Maranhão e voltou a cobrar providências do Governo do Estado.
Dr. Joel Nunes encerrou o pronunciamento cobrando que o Governo do Maranhão e a Secretaria de Estado da Saúde adotem medidas para regularizar os pagamentos e evitar o agravamento dos problemas no abastecimento da rede pública de saúde.
Por: Mauro Garcia — DRT/MA 1279
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