Por
Itamargarethe Correia de Lima
Itamargarethe Correia de Lima
Enquanto à
sociedade brasileira assiste e aplaude o desenrolar da Operação Lava Jato,
deflagrada em março de 2014 pela Polícia Federal para investigar um esquema de
desvio e lavagem de dinheiro, alçado em R$ 19 bilhões de reais, envolvendo a
Petrobras, no Maranhão, infelizmente, com a chancela de figurões com tentáculos
na política e justiça, as coisas parecem andar na contramão do atual momento
vivido no País.
Na terra dos
poetas Gonçalves Dias e Ferreira Goulart, em mais um capítulo envolvendo os
inúmeros atos de corrupção do prefeito de Anajatuba – Helder Lopes
Aragão(PMDB), novas articulações estariam sendo costuradas na tentativa de
evitar o afastamento e a prisão do prefeito que, segundo investigações do Grupo
de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual – em apenas dois
anos de mandato, desviou dos cofres públicos algo em torno de R$ 14 milhões de
reais.
poetas Gonçalves Dias e Ferreira Goulart, em mais um capítulo envolvendo os
inúmeros atos de corrupção do prefeito de Anajatuba – Helder Lopes
Aragão(PMDB), novas articulações estariam sendo costuradas na tentativa de
evitar o afastamento e a prisão do prefeito que, segundo investigações do Grupo
de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual – em apenas dois
anos de mandato, desviou dos cofres públicos algo em torno de R$ 14 milhões de
reais.
O engraçado é
que mesmo diante da farta documentação probante carreada em 14 meses de
investigações, sabe-se lá porque, a Justiça do Maranhão insiste em não fazer o
seu papel. Após o pedido de suspeição de dois membros da Corte Maranhense, no
caso os desembargadores Raimundo Magalhães Melo e Bayma de Araújo, os quais se
deram por suspeitos por razões pessoais, há pouco mais de 15 dias, o
desembargador João Santana foi designado novo relator.
que mesmo diante da farta documentação probante carreada em 14 meses de
investigações, sabe-se lá porque, a Justiça do Maranhão insiste em não fazer o
seu papel. Após o pedido de suspeição de dois membros da Corte Maranhense, no
caso os desembargadores Raimundo Magalhães Melo e Bayma de Araújo, os quais se
deram por suspeitos por razões pessoais, há pouco mais de 15 dias, o
desembargador João Santana foi designado novo relator.
No entanto,
uma intensa movimentação estaria sendo deflagrada com a chancelada do deputado
estadual Edson Araújo (PSL), atendendo pleito da presidente da colônia de
pescadores de Anajatuba – Lucilândia Mendes, ligada ao deputado, e casada com o
vereador daquela cidade Luís Fernando Soares Mendes, o Fernando da Colônia,
aliado político do prefeito Aragão.
uma intensa movimentação estaria sendo deflagrada com a chancelada do deputado
estadual Edson Araújo (PSL), atendendo pleito da presidente da colônia de
pescadores de Anajatuba – Lucilândia Mendes, ligada ao deputado, e casada com o
vereador daquela cidade Luís Fernando Soares Mendes, o Fernando da Colônia,
aliado político do prefeito Aragão.
Para que a
esposa do vereador intermediasse a negociação junto ao deputado, que em muitas
dessas coincidências do destino seria sogro de Lívia Santana, filha do
desembargador João Santana, já que seria casada com o advogado Rommel Araújo,
segundo pessoas ligadas ao próprio prefeito insistem em arrotar nos quatro
cantos da cidade, o vereador teria recebido alguns mimos do prefeito, entre
eles, uma caçamba, avaliada em mais de R$ 100 mil reais.
esposa do vereador intermediasse a negociação junto ao deputado, que em muitas
dessas coincidências do destino seria sogro de Lívia Santana, filha do
desembargador João Santana, já que seria casada com o advogado Rommel Araújo,
segundo pessoas ligadas ao próprio prefeito insistem em arrotar nos quatro
cantos da cidade, o vereador teria recebido alguns mimos do prefeito, entre
eles, uma caçamba, avaliada em mais de R$ 100 mil reais.
Vergonha –
De formaimoral, em um completo acinte, na tentativa de descredibilizar toda a
investigação realizada pelo MPMA, usando como pretexto uma questão processual
preclusa, a defesa da organização criminosa vem arguindo a nulidade do
processo.
Os advogados
alegam que, por conta do foro privilegiado do prefeito Helder Aragão, o TJMA
teria que autorizar à investigação, contudo, esquecem que ao deferir as medidas
cautelares, como mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo fiscal e
bancário entre outros, tacitamente, o desembargador Raimundo Melo, que atuou pelo
interregno de 14 meses, chancelou/autorizou/balizou a investigação, portanto,
enfrentar e deferi tal pedido é uma afronta à inteligência humana e aos
preceitos vigente no ordenamento pátrio, os quais aduzem que o consentimento
pode ser expresso e/ou tácito, como foi no caso em tela.
alegam que, por conta do foro privilegiado do prefeito Helder Aragão, o TJMA
teria que autorizar à investigação, contudo, esquecem que ao deferir as medidas
cautelares, como mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo fiscal e
bancário entre outros, tacitamente, o desembargador Raimundo Melo, que atuou pelo
interregno de 14 meses, chancelou/autorizou/balizou a investigação, portanto,
enfrentar e deferi tal pedido é uma afronta à inteligência humana e aos
preceitos vigente no ordenamento pátrio, os quais aduzem que o consentimento
pode ser expresso e/ou tácito, como foi no caso em tela.
Abaixo
acompanhe um vídeo de Fabiano Bezerra, um dos envolvidos no esquema criminoso e
a gravação da entrega de um montante em dinheiro, feita também por Fabiano a um
emissário de Helder Aragão, que já estão no bojo do processo e, mesmo assim, a
Justiça do Maranhão permanece inerte. Com a palavra o desembargador João
Santana e a Justiça do Estado.
acompanhe um vídeo de Fabiano Bezerra, um dos envolvidos no esquema criminoso e
a gravação da entrega de um montante em dinheiro, feita também por Fabiano a um
emissário de Helder Aragão, que já estão no bojo do processo e, mesmo assim, a
Justiça do Maranhão permanece inerte. Com a palavra o desembargador João
Santana e a Justiça do Estado.










