
São Luís (MA)- Os bairros Vila Embratel, Vila Dom Luís e as comunidades Cidade Nova (Argola e Tambor) foram representados pelo Instituto Social Força Comunitária durante audiência pública realizada na manhã de terça-feira, 24 de março de 2024, pelo Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), por meio da 4ª Promotoria Distrital da Área Itaqui-Bacanga, presidida pela promotora de Justiça Ana Carolina.

A audiência, considerada produtiva pelos representantes do instituto, marcou a primeira reunião pública do ano promovida pela promotoria na região.
Durante o encontro, o Força Comunitária apresentou uma série de demandas estruturais das comunidades. Entre as principais cobranças estão melhorias nas ruas 06 de Abril, na Vila Embratel, e 15 de Novembro, no bairro Cidade Nova.

Também foi solicitada, em caráter de urgência, a recuperação e pavimentação com drenagem profunda das vias Travessa da Felicidade, 1ª Travessa da Rua João Figueiredo e a conclusão da drenagem da 2ª Travessa João Figueiredo, todas localizadas na Vila Embratel.
Na comunidade Cidade Nova, os moradores reivindicaram a execução de drenagem profunda e pavimentação da Travessa da Luz, além da pavimentação das cinco travessas da Rua 06 de Abril, na Vila Embratel.
Outro ponto de destaque foi o pedido de reativação da escola comunitária da Vila Dom Luís, que há mais de 40 anos atende a população local e já funcionou como anexo da UEB Raimundo Chaves, na Vila Bacanga, mas atualmente encontra-se desativada pela Prefeitura de São Luís. A demanda foi apresentada pela comunitária Bárbara Costa Mendes, com apoio da coordenação do instituto.
A proposta de criação de uma linha circular de ônibus ligando a Estiva ao eixo Itaqui-Bacanga, passando pelos bairros João Paulo e pela Rodoviária, também voltou à pauta. Segundo o Ministério Público, o projeto deverá passar por nova análise técnica.
Ao apresentar as reivindicações, o presidente do Instituto Força Comunitária e jornalista Mauro Garcia cobrou coerência e imparcialidade do subprefeito da região, Alex Paiva, destacando a necessidade de tratamento igualitário às comunidades.
Além da promotora responsável pela audiência, participaram representantes do MPMA, como a procuradora de Justiça Mariléa Campos dos Santos Costa e os promotores Albert Lages Mendes (Zona Rural), Alenilton Santos (Defesa dos Direitos das Pessoas Idosas e com Deficiência), Gabriel Sodré (Corregedoria-Geral) e Marco Aurélio Ramos Fonseca (Centro).
A audiência contou ainda com a presença de comunitários de diversos bairros, como Alto da Esperança, Tamancão, Anjo da Guarda, Cidade Nova, Sá Viana, Residencial Luís de Bacelar, Residencial Primavera, Vila Nova, Vila Ariri, Residencial Piancó, Vila Bacanga, Vila Maranhão, Rio dos Cachorros e Porto Grande.
Entre os presentes estavam lideranças comunitárias como João Costa, Domingas Pestana, Maria Olinda, Josué Silvestre, Maria Pereira, Bárbara Costa, José Ferreira, Seu Didi do Residencial Bacelar, Lindinalva Silva, Marcelina Lindoso e Neide Costa do Sá Viana
A atuação do Instituto reforça o compromisso com a defesa das comunidades e a busca por soluções concretas para históricos enfrentados pela população da região do Itaqui-Bacanga.


















