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Home POLÍTICA

Após as eleições: Escolas públicas da área Itaqui – Bacanga são abandonadas por Edivaldo e Flávio Dino

MauroJorge Por MauroJorge
11 de março de 2017
in POLÍTICA, SÃO LUÍS.
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Antigo prédio da U.I. Doutor Aquiles Lisboa, na Avenida José Sarney, Vila Nova, está abandonado (Foto: Biné Morais / O ESTADO)

Escolas destruídas deixam alunos sem ter onde estudar

Fonte: O Estado do Maranhão

Fotos: Biné Moraes
Todos os anos pais e mães de alunos da área Itaqui-Bacanga
recorrem ao Conselho Tutelar da área para reclamar da falta de vagas nas
escolas da região. O problema, antigo, poderia ser menos preocupante se
as escolas já existentes estivessem em pleno funcionamento. Mas não é
isso o que acontece. Moradores da Vila Nova reclamam do fechamento da
única escola do bairro. Crianças que foram matriculadas na Unidade
Integrada Doutor Aquiles Lisboa não sabem quando começarão a estudar,
porque o prédio está com a estrutura comprometida.



Também todo
ano o Conselho Tutelar da área faz lista de espera com nomes de crianças
cujos responsáveis não conseguiram vagas nas escolas da área.
Reportagem publicada por O Estado na edição do dia 7 de
fevereiro mostrou que a lista de espera da entidade já tinha 30 nomes,
com perspectiva de aumentar até o fim deste semestre.



Em julho de
2016, o Conselho Tutelar do Itaqui-Bacanga encaminhou ofício ao
Ministério Público (MP), por meio da Promotoria de Educação, informando
que 156 crianças ainda estavam fora da escola no fim do primeiro
semestre letivo.



E a situação deve se repetir este ano, pois
muitas crianças da Vila Nova estão entre aquelas fora da sala de aula.
As crianças do bairro e adjacências estudavam na Unidade Integrada
Doutor Aquiles Lisboa, na Rua Bom Jesus. Acontece que, segundo os pais
dos alunos, os estudantes estão sem aulas, pois não há professores desde
o ano passado, e a situação estrutural do prédio coloca em risco a
segurança dos estudantes.

Sem professores
Com o
quadro de funcionários ainda incompleto, as aulas, que seriam iniciadas
no mês de fevereiro, foram adiadas por tempo indeterminado. Sem
respostas, os pais já fizeram uma manifestação em frente à unidade de
ensino. “Agora, eles pediram para a gente aguardar até o dia 15,
quarta-feira, que é quando começam as aulas. Mas a escola não tem
condições de ter aulas na semana que vem”, afirma Francinete Gomes
Fontes, auxiliar de vendas.



Aos 7 anos, a filha de Francinete
Gomes Fontes está matriculada na Unidade Integrada Doutor Aquiles Lisboa
e é mais uma das crianças que não têm perspectivas de aula este ano,
porque, além da falta de professores, a escola tem graves problemas na
sua estrutura.







O
mato alto esconde até as cadeiras que estão jogadas pelo pátio. As
portas das salas de aula estão sujas e em algumas nem vidro existe mais.
O teto está cheio de infiltrações, e em várias salas é possível ver a
desorganização e cadeiras amontoadas. As janelas também estão quebradas.



Mas
esses não são os únicos problemas da escola. O prédio onde a escola
funcionava até a retirada dos professores no ano passado, pertence ao
Governo do Estado, pois ela era da rede estadual. Entretanto, como era
uma escola de ensino fundamental, passou para a rede municipal.

“Durante
as eleições, os políticos falam que educação é prioridade. A situação
da escola do nosso bairro mostra como eles priorizam a educação”
Francinete Gomes Fontes, moradora da Vila Nova”

Do
1º ao 5º ano, a escola é administrada pela Prefeitura de São Luís e do
6º ao 9º ano o Estado a coordena. A desorganização deixa pais
indignados. “Agora, a escola é metade do Estado e metade do Município.
As crianças menores, como minha filha, são de responsabilidade do
Município. As maiores, do Estado. Só que nem governo nem Prefeitura
fazem nada para melhorar a escola. Eles ficam jogando a responsabilidade
um para o outro e a gente não sabe mais quem procurar”, afirma
Francinete Gomes Fontes.



Mudança de prédio
O
morador Carlos Henrique Gomes Fontes explica que os problemas da escola
são antigos. Originalmente, a Unidade Integrada Doutor Aquiles Lisboa
funcionava na Avenida José Sarney, Vila Nova, na região da Colônia do
Bonfim. “Mas há cinco anos eles retiraram todas as crianças da escola e
trouxeram para este outro prédio”, conta.



A escola da Avenida
José Sarney era de responsabilidade da Prefeitura de São Luís, enquanto a
da Rua Bom Jesus era do Governo do Estado, que agora não informam aos
moradores quem eles devem procurar para que a escola volte a atender à
comunidade.

Enquanto isso, o antigo prédio da escola, na Avenida
José Sarney, está em estado de deterioração. O telhado da escola está
todo vazado, as portas e janelas foram arrancadas, o piso das salas e
demais dependências está acumulando sujeira, parte dos gradeados já foi
arrancada e na entrada da escola o mato cresce sem poda. “Poderiam ter
reformado este prédio, e agora a nossa comunidade teria duas escolas
grandes para as nossas crianças. Mas em vez disso fecham as duas e nos
deixam sem opção”, reclama Carlos Henrique Gomes Fontes.

Imóvel da antiga escola foi esquecido, não
passou por reforma e hoje não tem condições de receber alunos

Quadra do CIEP totalmente abandonada

[Imóvel está degradado, e reforma se arrastou por
todo o ano passado

Antigo prédio da U.I. Doutor Aquiles Lisboa, na
Avenida José Sarney, Vila Nova, está abandonado

[Unidade Integrada Doutor Aquiles Lisboa, na Rua Bom
Jesus, está fechada e mato cobre toda a área

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