Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana. O sonho que tragédia
impediu antes dos 180 minutos dos dois confrontos finais contra o
Atlético Nacional, de Medellín, deve ser consumado pela Confederação
Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Foi o próprio rival colombiano na
disputa que se antecipou e anunciou que faria à sugestão à entidade.
A
decisão não é simples pela falta de precedente, mas deve ser construída
nas próximas semanas. Ao desembarcar em Medellín, no final da tarde de
ontem, o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, não quis antecipar
a posição da entidade.
— A proposta do Nacional de
Medellín é louvável, mas ainda não tivemos tempo de avaliar no Conselho
da Conmebol — afirmou aos jornalistas que o entrevistaram no aeroporto.
O jornalista Martín Fernandez, do globoesporte.com, publicou no blog Bastidores FC,
que a tendência é ao menos de fazer a divisão do título entre a equipe
catarinense e a colombiana — o que garantiria à Chapecoense vagas na
Copa Libertadores da América e na Recopa Sul-Americana de 2017. Um
facilitador da operação, além da própria concordância da equipe
colombiana, é o fato de que o Atlético Nacional já está classificado
para ambos os torneios por ter vencido a última Libertadores.
O
pedido do clube colombiano para que a Chapecoense seja considerada
campeã da Sul-Americana teve como origem o próprio grupo de jogadores e
foi manifestada ainda na manhã em seu site oficial. Em entrevista publicada pelo site do El País, da Espanha, o lateral-esquerdo Gilberto García externou a posição do elenco.










