
O candidato Eduardo Braide (PMN), que disputa o cargo de prefeito de São Luís – entrevistado na manhã de hoje (11) na Sabatina de O Estado – lamentou os ataques à sua imagem sofridos por ele feitos por aliados de seu adversário nas urnas, Edivaldo Holanda Junior. Ele nominou o deputado federal Weverton Rocha (PDT) como um dos mentores das críticas feitas supostamente à sua imagem. A entrevista pode ser vista na íntegra logo mais no canal de O Estado no You Tube.
Eduardo Braide lembrou, durante a Sabatina, que pediu – após a divulgação do resultado das urnas no primeiro turno – “uma campanha limpa e sem ataques” e que a orientação não está sendo seguida pelo candidato Edivaldo Holanda Junior. “ Estou sendo injustamente vítima de ataques, uma campanha baixa que não discute os verdadeiros problemas da cidade”, disse.
Braide também respondeu às acusações de que seria racista e que teria agredido verbalmente um professor, no período colegial. De acordo com o candidato, o fato nunca aconteceu. “Não sou racista, sou pai de três filhos e muito bem casado”. Ele também lembrou que possui relação próxima com movimentos de cultura negra e um trabalho, como deputado estadual, voltado para as minorias.
O candidato também aproveitou a ocasião para agradecer à população ludovicense que, de acordo com ele, fez história. “Quero dizer que você que me ouve e assiste, que estou aqui por causa de você. Que decidiu fazer história e me tirou de apenas cinco por cento nas urnas para um percentual que me garantiu no segundo turno”, afirmou.
Ações
O candidato do PMN também foi questionado, durante a entrevista, sobre ações que fará – caso seja eleito prefeito – em saúde e educação. Na saúde, por exemplo, Braide citou a falta de políticas voltadas para melhoria nos Socorrões I e II e da Central de Marcação de Consultas.
Ele disse ainda que implantará um serviço de ônibus-consulta, que fará atendimento clínico e especializado em bairros da cidade. Braide criticou, ainda, o baixo número, segundo ele, de equipes do Programa Saúde da Família. “A Prefeitura de São Luís tem um teto de até 500 equipes de saúde da família. Somente 90 foram contratadas para assistência à saúde básica”, mencionou.
Na educação, Eduardo Braide, também fez críticas à atual gestão municipal. Ele disse que, desde 2013, existem recursos no orçamento da capital maranhense destinados à construção de creches. “Se um prefeito tem recursos para entregar creches à sua população e não entrega, a responsabilidade é toda do gestor. Havia dinheiro para a construção, desde o primeiro ano de seu mandato, e a administração não fez nada”, declarou Braide. No transporte, Braide disse que regulamentará os táxis-lotação, revisará as obrigações legais dos taxistas e criará novos corredores na cidade.










