De
todas as dificuldades, a mais assustadora foi a possibilidade de perder meus
dois filhos”. Este é o relato de Regiane Ribeiro da Luz, que viveu a
experiência das ruas e há três anos tem como endereço a Casa da Acolhida
Temporária, da Prefeitura de São Luís. Ela começa uma nova história depois de
ser contemplada na última entrega do programa “Minha Casa, Minha
Vida”, realizada pela Prefeitura no Residencial Ribeira. “Agora tudo
vai mudar, vou cuidar da minha família, na minha casa”, diz, em tom de
alegria.
todas as dificuldades, a mais assustadora foi a possibilidade de perder meus
dois filhos”. Este é o relato de Regiane Ribeiro da Luz, que viveu a
experiência das ruas e há três anos tem como endereço a Casa da Acolhida
Temporária, da Prefeitura de São Luís. Ela começa uma nova história depois de
ser contemplada na última entrega do programa “Minha Casa, Minha
Vida”, realizada pela Prefeitura no Residencial Ribeira. “Agora tudo
vai mudar, vou cuidar da minha família, na minha casa”, diz, em tom de
alegria.
A
titular da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas),
Andreia Lauande, diz que os equipamentos sociais que a Prefeitura de São Luís
dispõe, através da política da assistência social, são ações concretas para a
garantia de direitos e a possibilidade de autonomia dessas pessoas.
titular da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas),
Andreia Lauande, diz que os equipamentos sociais que a Prefeitura de São Luís
dispõe, através da política da assistência social, são ações concretas para a
garantia de direitos e a possibilidade de autonomia dessas pessoas.
“Por
determinação do prefeito Edivaldo, trabalhamos sempre na perspectiva de
inclusão social desta parcela da população tão estigmatizada. As ações são
voltadas para a retomada da cidadania, seja através da aquisição de documento
pessoal, da conquista da casa própria ou da retomada do convívio
familiar”, esclarece.
determinação do prefeito Edivaldo, trabalhamos sempre na perspectiva de
inclusão social desta parcela da população tão estigmatizada. As ações são
voltadas para a retomada da cidadania, seja através da aquisição de documento
pessoal, da conquista da casa própria ou da retomada do convívio
familiar”, esclarece.
Relatos
de vivência das ruas são comuns também nos Centros de Referência Especializado
para População em Situação de Rua (Centro Pop) e Abrigo Institucional. Estes
equipamentos sociais de acolhimento são mantidos pela Secretaria Municipal da
Criança e Assistência Social (Semcas) e atendem as pessoas que usam áreas
públicas como espaço de moradia e sustento.
de vivência das ruas são comuns também nos Centros de Referência Especializado
para População em Situação de Rua (Centro Pop) e Abrigo Institucional. Estes
equipamentos sociais de acolhimento são mantidos pela Secretaria Municipal da
Criança e Assistência Social (Semcas) e atendem as pessoas que usam áreas
públicas como espaço de moradia e sustento.
APrefeitura de São Luís mantém dois Centros Pop para atendimento diário às
pessoas em situação de rua. São cerca de 30 pessoas atendidas, em média, em
cada unidade das 8h às 17h, com higienização pessoal, café da manhã, palestras,
almoço, lazer e acompanhamento com psicólogos, assistentes sociais e pedagogos.
Os
motivos que levaram essas pessoas para as ruas são os mais diversos, mas não é
difícil encontrar quem tem esperança de um recomeço, como João Simião, de 38
anos. “A coordenadora está conseguindo tirar meus documentos e aí eu quero
conseguir um trabalho e deixar as ruas”, revela.
motivos que levaram essas pessoas para as ruas são os mais diversos, mas não é
difícil encontrar quem tem esperança de um recomeço, como João Simião, de 38
anos. “A coordenadora está conseguindo tirar meus documentos e aí eu quero
conseguir um trabalho e deixar as ruas”, revela.
O
Abrigo Institucional oferece acolhimento provisório para homens, com limite
máximo para 50 pessoas. É direcionado a pessoas em situação de rua e desabrigo
por abandono, migração e ausência de residência, que sejam atendidos pelos dois
Centros Pop existentes na capital. Desenvolve condições para a independência,
auto-cuidado e acesso à qualificação profissional.
Abrigo Institucional oferece acolhimento provisório para homens, com limite
máximo para 50 pessoas. É direcionado a pessoas em situação de rua e desabrigo
por abandono, migração e ausência de residência, que sejam atendidos pelos dois
Centros Pop existentes na capital. Desenvolve condições para a independência,
auto-cuidado e acesso à qualificação profissional.
Além
dos serviços encontrados nos Centros Pops e instituições de acolhimento, essas
pessoas atendidas pela Semcas são inclusas como público prioritário no programa
“Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal.
dos serviços encontrados nos Centros Pops e instituições de acolhimento, essas
pessoas atendidas pela Semcas são inclusas como público prioritário no programa
“Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal.
Como
Regiane e sua família, mais três pessoas atendidas pelo Centro Pop receberam
imóvel no empreendimento Residencial Ribeira, no Maracanã. Todas elas eram
acompanhadas na Unidade Centro Pop do Centro e estavam nas ruas há mais de
cinco anos.
Regiane e sua família, mais três pessoas atendidas pelo Centro Pop receberam
imóvel no empreendimento Residencial Ribeira, no Maracanã. Todas elas eram
acompanhadas na Unidade Centro Pop do Centro e estavam nas ruas há mais de
cinco anos.
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