Um caso que até hoje ainda mexe com a opinião
pública interacional, sobre uma menina de oito anos que morreu após uma lua de
mel com marido de 40 anos.
pública interacional, sobre uma menina de oito anos que morreu após uma lua de
mel com marido de 40 anos.
O blog noticiário, Primeira Hora Online, reproduz
uma triste realidade, que acontece nos países árabes, onde maníacos cretinos
procuram satisfazer seus insaciáveis e inescrupulosos desejos sexuais com uma
criança.
uma triste realidade, que acontece nos países árabes, onde maníacos cretinos
procuram satisfazer seus insaciáveis e inescrupulosos desejos sexuais com uma
criança.
Confira a mais revoltante história que aconteceu no
ano de 2013
ano de 2013
POR O GLOBO
/ Internacional
/ Internacional
SANAA – Uma criança de oito anos morreu no último
sábado, no Iêmen, após a lua de mel com o marido de 40 anos. Segundo os
médicos, a menina, identificada como Rawan, teve hemorragia causada por
ferimentos internos no útero. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na
fronteira com a Arábia Saudita. Ela teria sido vendida pelo padrasto para um
saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão “Der Tagesspiegel”. Do
Iêmen à Reuters. – Eles a levaram para uma clínica, mas os médicos não puderam
salvar sua vida.
sábado, no Iêmen, após a lua de mel com o marido de 40 anos. Segundo os
médicos, a menina, identificada como Rawan, teve hemorragia causada por
ferimentos internos no útero. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na
fronteira com a Arábia Saudita. Ela teria sido vendida pelo padrasto para um
saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão “Der Tagesspiegel”. Do
Iêmen à Reuters. – Eles a levaram para uma clínica, mas os médicos não puderam
salvar sua vida.
Ativistas de direitos humanos pressionam para que o
saudita e a família da menina sejam responsabilizadas pela morte.
saudita e a família da menina sejam responsabilizadas pela morte.
– Após este caso horrível, repetimos nossa
exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos –
afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos à agência dpa.
exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos –
afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos à agência dpa.
Casamentos de meninas do Iêmen chamaram a atençãointernacional em 2010, quando uma jovem de 13 anos morreu de hemorragia interna
depois de ter tido relações sexuais com o marido que tinha o dobro de sua
idade. O caso inspirou uma outra menina iemenita, de nove anos, a publicar um
relato traduzido sobre seu casamento com um homem de três vezes sua idade.
A ONG Human Rights Watch, sediada em Nova York, fez
um apelo no ano seguinte para que o governo proibisse o casamento de menores de
idade no país. Citando dados das Nações Unidas, o Human Rights Watch afirma que
cerca de 52% das meninas no Iêmen se casam antes dos 18 anos, e 14% antes dos
15. Muitas delas são forçadas a parar de estudar quando atingem a puberdade.
um apelo no ano seguinte para que o governo proibisse o casamento de menores de
idade no país. Citando dados das Nações Unidas, o Human Rights Watch afirma que
cerca de 52% das meninas no Iêmen se casam antes dos 18 anos, e 14% antes dos
15. Muitas delas são forçadas a parar de estudar quando atingem a puberdade.
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