Por Itamargarethe Corrêa Lima: Jornalista, advogada e pós graduanda em
Direito Tributário.
Direito Tributário.
Apesar da recente publicação
questionando a postura da OAB, acerca da cobrança para aquisição do crachá de
acesso ao fórum de São Luís, num ponto específico, ou seja, na defesa da
prerrogativa do advogado, em não dividir espaço no mercado de trabalho com aqueles
desabilitados, não posso deixar de externar a admiração que nutro pela
entidade, orgulho, que, infelizmente, não tenho enquanto jornalista.
Como profissional da imprensa, por
conta de um preceito constitucional, sou obrigada a conviver, rotineiramente,
com forasteiros despreparados, e sem a devida cognição acadêmica, o que, no
mínimo, implica ignorância aos princípios e fundamentos que consubstanciam a
Comunicação Social, enquanto ciência responsável pelo estudo dos meios de
comunicação de massa.
conta de um preceito constitucional, sou obrigada a conviver, rotineiramente,
com forasteiros despreparados, e sem a devida cognição acadêmica, o que, no
mínimo, implica ignorância aos princípios e fundamentos que consubstanciam a
Comunicação Social, enquanto ciência responsável pelo estudo dos meios de
comunicação de massa.
Hoje, eu e os meus verdadeiros
colegas, infelizmente, dividimos espaço com picaretas, que ainda se intitulam
“profissionais”, sem nem ao menos saber o real significado da expressão
utilizada. Refiro-me aquela meia dúzia de canalhas, que além da falta do
conhecimento acadêmico, não possuem o padrão ético-moral indispensável aos
formadores de opinião.
colegas, infelizmente, dividimos espaço com picaretas, que ainda se intitulam
“profissionais”, sem nem ao menos saber o real significado da expressão
utilizada. Refiro-me aquela meia dúzia de canalhas, que além da falta do
conhecimento acadêmico, não possuem o padrão ético-moral indispensável aos
formadores de opinião.
Criaturas desonestas que desvirtuam a
essência do jornalismo, utilizando o ofício, apenas, para se beneficiar,
abrindo empresas e transformando-se em prestadores de serviço junto à
administração pública. Trapaceiros desprezíveis que se intitulam os “arautos da
moralidade”, no entanto, na prática, são piores que os “batedores de carteira”,
aqueles que abordam o cidadão e utilizam a clássica frase, “mãos ao alto”.
essência do jornalismo, utilizando o ofício, apenas, para se beneficiar,
abrindo empresas e transformando-se em prestadores de serviço junto à
administração pública. Trapaceiros desprezíveis que se intitulam os “arautos da
moralidade”, no entanto, na prática, são piores que os “batedores de carteira”,
aqueles que abordam o cidadão e utilizam a clássica frase, “mãos ao alto”.
Impostores que não são o que
aparentam quando estão diante de um microfone ou de uma câmera de televisão,
pois, na essência, são propineiros, que usam o poder da mídia, assim como
aqueles que criticam, para abarrotar o bolso com o dinheiro saqueado do erário
público.
aparentam quando estão diante de um microfone ou de uma câmera de televisão,
pois, na essência, são propineiros, que usam o poder da mídia, assim como
aqueles que criticam, para abarrotar o bolso com o dinheiro saqueado do erário
público.
Seres hipócritas que falam em
dignidade, honestidade e decência, mas que ao vislumbrar a aquisição de um
carro do ano, uma casa bem localizada, e uma vida de alto padrão, esquecem que
essas conquistas devem advir da combinação competência x trabalho, e não do
mau-caratismo.
dignidade, honestidade e decência, mas que ao vislumbrar a aquisição de um
carro do ano, uma casa bem localizada, e uma vida de alto padrão, esquecem que
essas conquistas devem advir da combinação competência x trabalho, e não do
mau-caratismo.
Indivíduos baixos, sem escrúpulos,
senso crítico e nem vergonha na cara, que muitas vezes batem no peito se achando
“os caras”, dizendo que fazem e acontecem, porém ao virar a esquina ou passar
por um corredor de um órgão público, são taxados como bandidos, pilantras e
escroques, e o que é pior, ainda vislumbram com naturalidade tais adjetivações.
senso crítico e nem vergonha na cara, que muitas vezes batem no peito se achando
“os caras”, dizendo que fazem e acontecem, porém ao virar a esquina ou passar
por um corredor de um órgão público, são taxados como bandidos, pilantras e
escroques, e o que é pior, ainda vislumbram com naturalidade tais adjetivações.
Embusteiros que enquanto estão sendo
pagos, alguns a peso de ouro, se fazem de cegos, surdos e mudos, entretanto,
tão logo deixam de receber o faz me ri, ainda se acham moralmente capazes de
tecer criticas ao outrora patrão.
pagos, alguns a peso de ouro, se fazem de cegos, surdos e mudos, entretanto,
tão logo deixam de receber o faz me ri, ainda se acham moralmente capazes de
tecer criticas ao outrora patrão.
É, lamentavelmente, precisamosreconhecer a dificuldade da nossa entidade classista em nos proteger da
convivência com esse tipo de “profissional mela mão”, nos obrigando a projetar
nosso olhar, às vezes, para o chão, visto que, quando somos atacados, temos o
dever de nos defender. Fora isso o melhor é seguir o conselho da colega Katia
Persovisan, não devendo olhar muito para baixo, haja vista que existem certas
pedras que nos impedem de olhar o brilho do sol.
Mas antes de finalizar, muito embora
esteja tecendo duas críticas aos intrusos, aqueles que não tiveram competência
para ladrilhar o caminho correto, não poderia deixar de referendar e, ainda,
externar, o meu respeito às exceções, digo, a alguns dos ícones de nossa
profissão, que mesmo sem a formação acadêmica, muitas contribuições deixaram ao
jornalismo brasileiro e maranhense. Isso foi possível, acredito, pela profunda
convivência com textos de qualidade, associado ao balizamento de suas práticas
profissionais em consistentes princípios éticos, alicerçado, acima de tudo, por
valores como dignidade, caráter e respeito mútuo ao próximo.
esteja tecendo duas críticas aos intrusos, aqueles que não tiveram competência
para ladrilhar o caminho correto, não poderia deixar de referendar e, ainda,
externar, o meu respeito às exceções, digo, a alguns dos ícones de nossa
profissão, que mesmo sem a formação acadêmica, muitas contribuições deixaram ao
jornalismo brasileiro e maranhense. Isso foi possível, acredito, pela profunda
convivência com textos de qualidade, associado ao balizamento de suas práticas
profissionais em consistentes princípios éticos, alicerçado, acima de tudo, por
valores como dignidade, caráter e respeito mútuo ao próximo.










