Donato Brandão, ficou para história, após criar uma seita religiosa, denominada ” Igreja Mundial da Libertação de Brandanismo com rituais de purificação em 1998 . Ele foi preso novamente na última terça-feira
(26) em Petrópolis (RJ). ‘Brandanismo’ possui rituais de purificação, por
meio de violência sexual Preso na última terça-feira (26) em
Petrópolis (RJ),
(26) em Petrópolis (RJ). ‘Brandanismo’ possui rituais de purificação, por
meio de violência sexual Preso na última terça-feira (26) em
Petrópolis (RJ),
Veja a história do macabro lider da seita satânica .
Donato Brandão Costa, de 45 anos, foi condenado no Maranhão
pela castração de jovens em ‘ritual de preparação espiritual’ de uma doutrina
criada por ele em 1996. Ele morava há três anos na cidade com outros maranhenses
seguidores da seita, e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Gericinó,
em Bangu (RJ).Donato Brandão Costa foi preso em abril de
1999, e levado para a delegacia de polícia do bairro do Anjo da Guarda,
em São
Luís, acusado de participar de seita denominada
‘Brandanismo’, estabelecida na praia do Aracagi, entre as cidades de São Luís
e São
José de Ribamar(MA) – na Região Metropolitana. Ele foi
considerado o líder da seita, na qual, segundo a Justiça, os seguidores lhe
deviam obediência irrestrita e onde aconteciam rituais de purificação, entre
eles de jejuns superiores a sete dias, espancamentos e violência sexual, com a
prática de homossexualismo masculino, culminando com a extirpação dos órgão
genitais. Ao menos três vítimas feitas por Donato foram identificadas à época:
José Ribamar Sousa Cidreira, Rejano de Jesus Moraes e Israel Raphael de Jesus
Brandão Costa.Em 1996, Donato fundou a Moderna Unidade Normativa de
Desenvolvimento Intelectual da América Latina (Mundial). A organização tinha
como objetivo o ‘fomento de desenvolvimento intelectual’, com seguidores em
seis Estados brasileiros. Denunciado pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), Donato foi condenado a 28 anos e oito meses de
reclusão.
pela castração de jovens em ‘ritual de preparação espiritual’ de uma doutrina
criada por ele em 1996. Ele morava há três anos na cidade com outros maranhenses
seguidores da seita, e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Gericinó,
em Bangu (RJ).Donato Brandão Costa foi preso em abril de
1999, e levado para a delegacia de polícia do bairro do Anjo da Guarda,
em São
Luís, acusado de participar de seita denominada
‘Brandanismo’, estabelecida na praia do Aracagi, entre as cidades de São Luís
e São
José de Ribamar(MA) – na Região Metropolitana. Ele foi
considerado o líder da seita, na qual, segundo a Justiça, os seguidores lhe
deviam obediência irrestrita e onde aconteciam rituais de purificação, entre
eles de jejuns superiores a sete dias, espancamentos e violência sexual, com a
prática de homossexualismo masculino, culminando com a extirpação dos órgão
genitais. Ao menos três vítimas feitas por Donato foram identificadas à época:
José Ribamar Sousa Cidreira, Rejano de Jesus Moraes e Israel Raphael de Jesus
Brandão Costa.Em 1996, Donato fundou a Moderna Unidade Normativa de
Desenvolvimento Intelectual da América Latina (Mundial). A organização tinha
como objetivo o ‘fomento de desenvolvimento intelectual’, com seguidores em
seis Estados brasileiros. Denunciado pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), Donato foi condenado a 28 anos e oito meses de
reclusão.
“Ele era outro salvador. Jesus Cristo já tinha vindo e
voltado. Ele era maior que Jesus Cristo, por que ele era o novo. Jesus Cristo
veio e já foi. Ele veio e ficou ainda”, disse em entrevista à TV Mirante no ano
de 1999 Antônio Soares, seguidor que ficou 10 dias em poder da seita, mas
conseguiu escapar. Ele contou que era obrigado a ouvir a mesma música por
vários dias.Donato Brandão Costa exigia reverência dos seguidores e tinha
momentos de intimidade com alguns deles. Sexo, só com o ‘Pai’, e para todo pecado,
havia um castigo.
voltado. Ele era maior que Jesus Cristo, por que ele era o novo. Jesus Cristo
veio e já foi. Ele veio e ficou ainda”, disse em entrevista à TV Mirante no ano
de 1999 Antônio Soares, seguidor que ficou 10 dias em poder da seita, mas
conseguiu escapar. Ele contou que era obrigado a ouvir a mesma música por
vários dias.Donato Brandão Costa exigia reverência dos seguidores e tinha
momentos de intimidade com alguns deles. Sexo, só com o ‘Pai’, e para todo pecado,
havia um castigo.
Até os homens contratados para executar o ‘sacrifício’ em
nome da seita ficaram espantados com o serviço. “Me jogaram no chão e foram
direto para fazer o serviço. Depois que fizeram em mim… interessante que o meu
foi muito lento e o do Rejane e o do José de Ribamar foi muito rápido. Me
cortaram com uma faca de serra”, contou uma das vítimas, Israel Brandão Costa,
à TV Mirante em 2002.
nome da seita ficaram espantados com o serviço. “Me jogaram no chão e foram
direto para fazer o serviço. Depois que fizeram em mim… interessante que o meu
foi muito lento e o do Rejane e o do José de Ribamar foi muito rápido. Me
cortaram com uma faca de serra”, contou uma das vítimas, Israel Brandão Costa,
à TV Mirante em 2002.
Tramitação na Justiça
De 1999 a 2010, a defesa de Donato Brandão Costa fez sete pedidos de habeas corpus
e recorreu nove vezes, segundo movimentação no Tribunal de Justiça do Maranhão
(TJ-MA).
De 1999 a 2010, a defesa de Donato Brandão Costa fez sete pedidos de habeas corpus
e recorreu nove vezes, segundo movimentação no Tribunal de Justiça do Maranhão
(TJ-MA).
Em
2003, inconformada com a decisão dos acórdãos, a defesa interpôs recurso
extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2006, a defesa
pediu a revisão criminal, requerendo a nulidade absoluta do processo criminal e
a retirada do nome de Donato Brandão Costa do rol dos culpados, restando sua
permanência na prisão em razão do cumprimento da pena por outra condenação, na
comarca de São Paulo – por praticar ato libidinoso com alguém,
mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de
vontade da vítima.
2003, inconformada com a decisão dos acórdãos, a defesa interpôs recurso
extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2006, a defesa
pediu a revisão criminal, requerendo a nulidade absoluta do processo criminal e
a retirada do nome de Donato Brandão Costa do rol dos culpados, restando sua
permanência na prisão em razão do cumprimento da pena por outra condenação, na
comarca de São Paulo – por praticar ato libidinoso com alguém,
mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de
vontade da vítima.
Em
maio de 2010, um agravo de instrumento em execução penal interposto em desfavor
do MP-MA pediu a reforma da decisão do juízo da 1ª Vara da Comarca de Paço
do Lumiar (MA) que indeferiu o pedido de livramento condicional. Em março
de 2011, o processo foi arquivado na Coordenadoria de Arquivo e Documentos
Históricos do TJ-MA.
maio de 2010, um agravo de instrumento em execução penal interposto em desfavor
do MP-MA pediu a reforma da decisão do juízo da 1ª Vara da Comarca de Paço
do Lumiar (MA) que indeferiu o pedido de livramento condicional. Em março
de 2011, o processo foi arquivado na Coordenadoria de Arquivo e Documentos
Históricos do TJ-MA.














