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Home Notícias

Deputado quer medidas contra CNJ que obriga cartórios a formalizar casamento gay

MauroJorge Por MauroJorge
15 de maio de 2013
in Notícias
0

Fonte e matéria Bacabeira em Foco

Não é a toa que apressadamente alguns políticos brasileiros foram
rápidos para condenar o deputado Marco Feliciano, pois tanto no Congresso
Nacional, quanto no Judiciário, existia muita gente escondida dentro do armário, e o
pedido para que fosse considerado homofóbico aquele
que pelo menos tentasse olhar de cara feia dois homens ou duas mulheres se
agarrando em cenas libertinossas , poderiam responder judicialmente ou criminalmente um processo por homofóbia.
A lei da sagrada família não pode jamais ser atropelada por
alguns libertinos, que incentivam as nossas crianças e adolescentes a cometerem
o mesmo erro.
 Um pais de respeito
não poderá aceitar tamanha desmoralização, e não bota na cabeça de ninguém que
devemos aceitar isso como um simples fato normal, onde eles ou elas  ficam ridicularizando até mesmo a fé cristã,
isso sim é um verdadeiro crime , que deveria punir com penas severas .      
Tudo isso porque alguns depravados querem, por que querem
nos obrigar a aceitar a pouca vergonha, e a desmoralização por trás de uma safadeza
coberta por uma homofobia.     
Enquanto isso o presidente da Frente Parlamentar Evangélica,
deputado João Campos (PSDB-GO), afirmou que discutirá com os parlamentares da
bancada eventuais medidas a serem tomadas contra a decisão do Conselho Nacional
de Justiça (CNJ) sobre o casamento civil entre homossexuais.
Nesta terça (14), o CNJ aprovou, por maioria de votos (14 a
1), uma resolução que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento
civil entre homossexuais e converter a união estável homoafetiva em casamento.
Para o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, a medida do
CNJ foi inspirada em decisão de maio de 2011 do STF, que na ocasião liberou a
união estável entre pessoas do mesmo sexo.
“Vamos levar essa discussão para a Frente Parlamentar. Vamos
ver como agir. O que o Supremo fez, na decisão de 2011, já exorbitando o papel
dele, foi considerar que a união estável não é só entre homem e mulher, não
tratou de casamento gay. De onde é que o CNJ tirou que está se baseando em
decisão do Supremo?”, afirmou.
Para o parlamentar, a decisão é “uma excrescência, um
absurdo”. “Se já não bastasse o atropelo do Supremo à Constituição, agora é o
CNJ que interfere no Legislativo. Não cabe ao CNJ fazer interpretação do
Supremo ou estabelecer norma. O papel dele é de fiscalização do Poder Judiciário,
de regulamentar atos normativos. Nesse decisão, estão ampliando a decisão do
Supremo e estabelecendo uma norma, fazendo lei”, criticou.
Para o deputado evangélico, só caberia ao Congresso decidir
sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo. Segundo ele, para isso, seria
necessário alterar o Código Civil.
“Os critérios de conversão da união estável em casamento têm
que estar previstos no Código Civil. Já tínhamos o Judiciário fazendo lei e
agora é o CNJ fazendo lei. Isso é consequência desse ativismo pernicioso. Está
virando moda legislar”, afirmou Campos.

Internalta se revolta com a falta com o desrrespeito

O sacrifio de cristo é desmoralizado pelos gay

O casamento de duas mulheres do mesmo sexo

A Juiza  Sônia  morros  e a companheira comemoram união estável homoafetiva

Deputado Paulo Campos(PSDB- GO) quer dar um puxão de orelha no CNJ

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