O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA)confirmou, nesta sexta-feira (2), que o prefeito, e candidato à reeleição em
São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), responde processos eleitorais. A
certidão de comprovação é assinada pelo chefe de Cartório da 1ª Zona Eleitoral,
Victor Hugo Freitas Machado Cândido, e atesta três Ações de Investigação
Judicial Eleitoral (AIJE) contra Edivaldo apenas naquela zona. Uma das ações é
de iniciativa da coligação “São Luís de Verdade”, que acusa o gestor de um
possível esquema de corrupção, que desviou cerca de R$ 33 milhões dos cofres
públicos municipais, utilizado para compra de apoio político.
Em seu
despacho, o TRE informa que “tramitam nesta 1ª Zona Eleitoral 03 (três) Ações
de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) em desfavor de Edivaldo Holanda Braga
Júnior, entre outros demandados”. Ainda segundo o TRE, as duas ações impetradas
pela coligação “São Luís de Verdade” versam sobre “suposta publicidade
institucional e abuso de poder político/Econômico”, e podem tornar o prefeito
inelegível. O tribunal não especificou o teor da terceira ação.
despacho, o TRE informa que “tramitam nesta 1ª Zona Eleitoral 03 (três) Ações
de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) em desfavor de Edivaldo Holanda Braga
Júnior, entre outros demandados”. Ainda segundo o TRE, as duas ações impetradas
pela coligação “São Luís de Verdade” versam sobre “suposta publicidade
institucional e abuso de poder político/Econômico”, e podem tornar o prefeito
inelegível. O tribunal não especificou o teor da terceira ação.
Em uma das
denúncias, que tem como um dos subscritores o advogado Marlon Reis, que ficou
conhecido nacionalmente como o juiz da Ficha Limpa, a coligação “São Luís de
Verdade” traz à tona o possível esquema, denunciado por funcionário, no
Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC). Segundo os denunciantes, o
esquema funcionava na contratação, por parte do Instituto, de indicados por
vereadores, secretários e lideranças partidárias, com salários que variavam de
R$ 1 mil a 3 mil, sem que nenhum deles precisasse trabalhar, e tudo com a
conivência do atual prefeito.
denúncias, que tem como um dos subscritores o advogado Marlon Reis, que ficou
conhecido nacionalmente como o juiz da Ficha Limpa, a coligação “São Luís de
Verdade” traz à tona o possível esquema, denunciado por funcionário, no
Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC). Segundo os denunciantes, o
esquema funcionava na contratação, por parte do Instituto, de indicados por
vereadores, secretários e lideranças partidárias, com salários que variavam de
R$ 1 mil a 3 mil, sem que nenhum deles precisasse trabalhar, e tudo com a
conivência do atual prefeito.
Segundo
Márlon Reis, esta prática se tornou em um poderoso esquema de compra de apoio
político. “O volume de provas já obtidas revela um grave desvio de finalidade
da Administração Pública, que foi transformada num poderoso mecanismo de compra
de apoio político em favor do prefeito municipal”, explicou.
Márlon Reis, esta prática se tornou em um poderoso esquema de compra de apoio
político. “O volume de provas já obtidas revela um grave desvio de finalidade
da Administração Pública, que foi transformada num poderoso mecanismo de compra
de apoio político em favor do prefeito municipal”, explicou.
Esse
encontra-se na 30ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da
Probidade Administrativa.
encontra-se na 30ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da
Probidade Administrativa.










