tempo recorde a morte trágica e cruel da adolescente Raíssa Melo Diniz, 17
anos, que teve o corpo queimado, esquartejado e jogado em uma área de mangue em
São Luís.
Raíssa desapareceu na quarta-feira (16), quando teria saído
da casa da avó para dormir na residência da mãe, desde então não teria sido
mais vista. Por
que o “Caso Raíssa” não desperta o interesse da mídia? O
corpo da adolescente, Já em estado de decomposição, queimado e cortado em
vários pedaços, foi encontrado por populares no ultimo sábado (19), em uma área
de mangue, no Alto da Esperança, próximo do local onde residia.
Em um trabalho de investigação rápido e eficiente, o delegado do 5º DP, Walter
Wanderley esclareceu toda a dinâmica do crime, identificando motivação e
autoria. O caso foi esclarecido depois que o delegado apreendeu um adolescente
de 15 anos como suspeito de participação no crime.
A policia descobriu que o menor de idade havia saído recentemente do Centro de
Ressocialização, mas não voltou para o convívio dos familiares , ficando na rua
em más companhias. Além de confessar participação no crime, o adolescente
contou como tudo aconteceu e revelou os nomes de outras cinco pessoas que
fizeram parte do assassinato, entre eles um outro também menor de idade. O
adolescente foi encaminhado para uma unidade da FUNAC.
Segundo depoimento do adolescente, a vitima era dependente química e foi morta
por ter sido acusada de roubar drogas da casa de um traficante da área onde
morava.
Raíssa teria sido atraída para um casa afastada, com a promessa de usar drogas
com alguns indivíduos, ao chegar no local teria sido dopada e em seguida
imobilizada pelos suspeitos que a levaram até o mangue. Ainda viva a jovem foi
coberta com galhos e em seguida ateado fogo ao corpo. Depois foi esquartejada e
os pedaços jogados no mangue para serem levados pela maré.
Com a elucidação do caso, a população ateou fogo a casa de um dos acusados. Os
cinco suspeitos estão sendo procurados pela policia.











