• INICIO
  • NOTÍCIAS
  • MARANHÃO.
  • SÃO LUÍS.
  • POLÍTICA
  • ESPORTE
  • CULTURA
  • LOGIN
  • Home
    • Home – Layout 1
No Result
View All Result
No Result
View All Result
Home JUSTIÇA

Dermatologistas questionam na Justiça resolução do Conselho Federal de Odontologia

MauroJorge Por MauroJorge
19 de fevereiro de 2019
in JUSTIÇA, SAÚDE
0
Por meio da SBD, e com o apoio de outras entidades, os especialistas pedem a suspensão da regra criada para ampliar o escopo de atuação dos dentistas em áreas exclusivas da medicina
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), juntamente com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), protocolou na Justiça Federal uma ação civil pública contra o Conselho Federal de Odontologia (CFO) que, contrariando a legislação, editou Resolução para os profissionais de sua área, autorizando-os a realizarem procedimentos de caráter invasivo e estético que são exclusivos dos médicos.
Diante dos excessos administrativos e dos riscos inerentes, as entidades médicas pedem à Justiça Federal a concessão de liminar com a suspensão imediata da Resolução nº 198/2019, do CFO, com informe da decisão à população por meio de publicação no Diário Oficial da União e informes no site do Conselho Federal de Odontologia e junto à imprensa.
Harmonização – Em 29 de janeiro, a Resolução nº 198/2019, do CFO, reconheceu a harmonização orofacial como especialidade odontológica, permitindo aos dentistas o uso da toxina botulínica e de preenchedores faciais na região orofacial e em áreas anexas, bem como a realização de procedimentos com vistas a “harmonizar os terços superior, médio e inferior da face”.
No entendimento da SBD e das outras entidades médicas, essa é mais uma tentativa de ampliar irregularmente o escopo de atuação de dentistas, invadindo a esfera de atuação exclusiva dos médicos, segundo disposições expressas da Lei do Ato Médico (nº 12.842/2013).
“Infelizmente, há categorias profissionais da área da saúde que tentam extrapolar suas atribuições e praticar atos exclusivos aos médicos com o intuito de se beneficiarem da demanda da sociedade por procedimentos estéticos, mas ignorando o potencial risco de causar sérios danos aos pacientes”, afirmou o presidente da SBD, Sérgio Palma.
Abusos – Na ação civil pública, as entidades descrevem o abuso praticado pelo CFO, inclusive ressaltando a impossibilidade de alteração de escopo de atuação profissional por decisão administrativa e sem respaldo da legislação que regula a atividade. Também são apresentadas tentativas de outras categorias de adotar medidas semelhantes que foram barradas por decisões do Judiciário em diferentes instâncias.
Há vários casos de invasão do ato médico praticados por meio de resoluções dos Conselhos Federais de Farmácia, Psicologia, Fonoaudiologia, Educação Física, Enfermagem e Fisioterapia, sendo que em todos “a fundamentação jurídica para a anulação das resoluções é a ausência de lei federal que permita e dê respaldo às atividades dispostas em ato normativo de caráter infralegal”, argumento que tem sido acolhido pelo Judiciário e pelo Ministério Público.
Prejuízos – A Resolução CFO n. 198/2019 destoa expressamente da Lei n. 5081/66, que estabelece os limites de atuação dos dentistas, com consequente desvirtuamento completo da atuação desses profissionais, trazendo prejuízo à saúde da população como um todo.
De acordo com a Lei dos Dentistas, em nenhum momento (salvo autópsia/necrópsia) se permite a realização de atos na face, pescoço e cabeça, tampouco se outorga ao cirurgião dentista a prática de atos invasivos em tais partes do corpo, já que tais atos são praticados exclusivamente por médicos, na forma da Lei n. 12.842/2013, pois demandam perícia profissional e possuem potencial de complicações clínicas.
Estratégia – Essa ação proposta é mais um fruto da estratégia elaborada pelo CFM, que criou uma Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta por advogados e representantes de várias entidades, como Associação Médica Brasileira (AMB), Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e sociedades de especialidades médicas. Desde então, o grupo tem proposto ações e medidas em diferentes âmbitos em defesa dos interesses dos médicos, da medicina e da população.
De forma conjunta, a Comissão estabeleceu um fluxo técnico para fazer contraposição aos atos administrativos ilegais praticados por setores da gestão ou de outras categorias profissionais. Para tanto, tem tomado todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para suspender e anular judicialmente normativos, requerer a apuração da responsabilidade de gestores que os editaram e denunciar casos concretos de exercício ilegal da medicina, com apuração da responsabilidade civil e criminal dos envolvidos nos inúmeros casos de prejuízo a pacientes.

contador de visitas gratis
Blogspot

POSTAGENS RELACIONADAS

Carnaval da Saúde leva alegria e humanização ao Hospital Raimundo Lima
CIDADE

Carnaval da Saúde leva alegria e humanização ao Hospital Raimundo Lima

13 de fevereiro de 2026
Audiência pública aponta nova paralisação no transporte coletivo de São Luís
CIDADE

Audiência pública aponta nova paralisação no transporte coletivo de São Luís

9 de fevereiro de 2026
ATRE-MA Recebe Juíza Constitucional de Angola.
JUSTIÇA

ATRE-MA Recebe Juíza Constitucional de Angola.

24 de setembro de 2025

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Postagens Recentes

Brado e Alcoa viabilizam operação logística multimodal que reduz emissões e fortalece o corredor logístico nacional

Brado e Alcoa viabilizam operação logística multimodal que reduz emissões e fortalece o corredor logístico nacional

17 de abril de 2026
EDITAL DE CONVOCAÇÃO

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

17 de abril de 2026
Convenção Carmen Steffens celebra a força da moda brasileira com o tema “Flor de Caju” e lança coleção Primavera-Verão 27

Convenção Carmen Steffens celebra a força da moda brasileira com o tema “Flor de Caju” e lança coleção Primavera-Verão 27

5 de abril de 2026
Instituto Força Comunitária leva demandas de bairros à audiência pública do Ministério Público

Instituto Força Comunitária leva demandas de bairros à audiência pública do Ministério Público

28 de março de 2026

Arquivos

  • INICIO
  • NOTÍCIAS
  • MARANHÃO.
  • SÃO LUÍS.
  • POLÍTICA
  • ESPORTE
  • CULTURA
  • LOGIN

© 2025 Primeira Hora MA -Todos os Direitos Reservados | Desenvolvido por: Host Dominus.

No Result
View All Result
  • INICIO
  • NOTÍCIAS
  • MARANHÃO.
  • SÃO LUÍS.
  • POLÍTICA
  • ESPORTE
  • CULTURA
  • LOGIN

© 2025 Primeira Hora MA -Todos os Direitos Reservados | Desenvolvido por: Host Dominus.